segunda-feira, 10 de novembro de 2008

William Shakespeare

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— Devemos aceitar o que é impossível deixar de acontecer.


— Até mesmo a bondade, se em demasia, morre do próprio excesso.


— O cansaço ronca em cima de uma pedra, enquanto a indolência acha duro o melhor travesseiro.


— Vazias as veias, nosso sangue se arrefece, indispostos ficamos desde cedo, incapazes de dar e de perdoar.


Mas quando enchemos os canais e as calhas de nosso sangue com comida e vinho, fica a alma muito mais maleável do que durante esses jejuns de padre.


— Ninguém poderá jamais aperfeiçoar-se, se não tiver o mundo como mestre. A experiência se adquire na prática.


— Se o ano todo fosse de feriados, o lazer, como o trabalho, entediaria.


— Ventre grande é sinal de espírito oco; quando a gordura é muita, o senso é pouco.


— Que é o homem, se sua máxima ocupação e o bem maior não passam de comer e dormir?


— Do jeito que o mundo anda, ser honesto é (igual) a ser escolhido entre dez mil.


— Hóspede oferecido (...) só é bem-vindo quando se despede.


— Um homem inteligente pode transformar-se num joão-bobo, quando não sabe valer-se de seus recursos naturais.


— Quem não sabe mandar deve aprender a ser mandado.


— A mulher que não sabe pôr a culpa no marido por suas próprias faltas, não deve amamentar o filho, na certeza de criar um palerma.


— As coisas mais mesquinhas enchem de orgulho os indivíduos baixos.


— Ninguém pode calcular a potência venenosa de uma palavra má num peito amante.


— Sábio é o pai que conhece seu próprio filho.


— Tem ventura fugaz, sempre periga, quem se fia em rapaz ou rapariga.


— Ser ou não ser... eis a questão.


— É estranho que, sem ser forçado, saia alguém em busca de trabalho.


—As mais belas jóias, sem defeito, com o uso o encanto perdem.


— O bom vinho é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria.


— Nunca poderá ser ofensivo aquilo que a simplicidade e o zelo ditam.


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